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São Luís, MA (Brasil), 1981

Vive e trabalha entre São Luís, São Paulo (Brasil) e Guadalajara (México).

Artista visual e mestre em Psicologia, Thiago Martins de Melo trabalha com pintura, escultura, instalação, animação em stop motion e gravura. Sua linguagem visual conjuga diferentes meios em composições visualmente densas e com ênfase na materialidade da pintura. Valendo-se da pintura como ponto de partida, suas telas ou objetos - normalmente de grandes dimensões - narram batalhas, ritos sincréticos e epifanias, aproximando-se do gênero da pintura histórica e da colagem. Transitando entre técnicas expressionistas e realistas, seus trabalhos incorporam volume, objetos de combate, produtos de circulação em massa e imagens em movimento. O artista compõe um esquema meta-narrativo nos quais são retratados episódios de lutas anti-coloniais com referências à indústria cultural e à história da arte. O brutalismo do gesto condensa técnicas e visualidades distintas, tornando opaca a percepção imediata das figuras e cenas míticas.

Entre as principais exposições individuais, estão: “Ouroboros Sucuri” - Millan, São Paulo, Brasil (2021); “Necrobrasiliana” - Museu Nacional da República, Brasília, Brasil (2019); “Bárbara Balaclava” - Saco Azul/Maus Hábitos, Porto, Portugal (2018) e na Fundação Joaquim Nabuco, Recife, Brasil (2016); “Bárbaro Barroco” - Gamma Galeria, Guadalajara, México (2016); “Teatro Nagô-cartesiano e o Corte Azimutal do Mundo” - Mendes Wood DM, São Paulo, Brasil (2013).

Suas principais participações em coletivas, incluem: “O rio é uma serpente” - 3ª Frestas – Trienal de Artes, SESC Sorocaba, Sorocaba, Brasil (2021); “La diosa verde reloaded” - MAZ Museo de Arte de Zapopan, Jalisco, México (2021); “Un continente para Caliban" - Videobrasil Pop-Up en Factoria Habana, La Habana Vieja, Cuba (2020); “Distribuição de Corpos e Representação das Sombras” - Festival FUSO, Lisboa, Portugal (2019); “Dear Amazon: The Anthropocene” - Ilmin Museum of Art, Seul, Coréia do Sul (2019); “Brazil V: Guerilla Art - Historical Struggles and Resistances” - 21º Videoex: International Experimental Film & Video Festival Zurich, Zurique, Suíça (2019); “Quem não luta tá morto - arte democracia utopia” - MAR Museu de Arte do Rio, Rio de Janeiro, Brasil (2018); “Queermuseu - Cartografias da diferença na Arte Brasileira” - EAV Escola de Arte Visuais, Parque Lage, Rio de Janeiro, Brasil (2018) e no Santander Cultural, Porto Alegre, Brasil (2017); “Verzuimd Braziel - Brasil Desamparado” - 6° Prêmio CNI SESI SENAI Marcantonio Vilaça - MAC-GO Museu de Arte Contemporânea, Goiânia, Brasil, no Museu Histórico Nacional, Rio de Janeiro, Brasil, no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, Fortaleza, Brasil no MASC Museu de Arte de Santa Catarina, Florianópolis, Brasil (2018) no MuBE Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia, São Paulo, Brasil e no Espaço Cultural Marcantonio Vilaça/TCU, Brasília, Brasil (2017); “South South- Let me begin again” - Goodman Gallery, Cidade do Cabo, África do Sul (2017); “Panoramas do Sul” - 20º Festival de Arte Contemporânea SESC Videobrasil, São Paulo, Brasil (2017); “New Shamans: Contemporary Brazilian Arts” - Rubell Family Collection, Rubell Museum, Miami, EUA (2016); “Adornos do Brasil Indígena: resistências contemporâneas” - SESC Pinheiros, São Paulo, Brasil (2016); “Os muitos e o um: arte contemporânea brasileira” - Instituto Tomie Ohtake, São Paulo, Brasil (2016); “A Cor do Brasil” - MAR Museu de Arte do Rio, Rio de Janeiro, Brasil (2016); “Soft Power: Arte Brasil” - Kunsthal KAdE, Amersfoort, Holanda (2016); 12ª Dakar Biennale - Dakar, Senegal (2016); “Histórias da Infância” - MASP Museu de Arte de São Paulo, São Paulo, Brasil (2016); “The World is Made of Stories” - Astrup Fearnley Museum of Modern Art, Oslo, Noruega (2015); “Imagine Brazil” - DHC/ART Foundation for Contemporary Art, Montreal, Canadá (2015), no Instituto Tomie Ohtake, São Paulo, Brasil (2015), no Musée D'art Contemporain de Lyon, Lyon, França (2014) e no Astrup Fearnley Museet, Oslo, Noruega (2013); 10ª Bienal do Mercosul - Santander Cultural, Porto Alegre, Brasil (2015); “Singularidades/Anotações” - Rumos Artes Visuais 1998-2013” - Paço Imperial, Rio de Janeiro, Brasil (2015) e no Itaú Cultural, São Paulo, Brasil (2014); Prêmio Marcantonio Vilaça - MAC Museu de Arte Contemporânea de São Paulo, Brasil (2015); 31ª Bienal de São Paulo “Como (...) coisas que não existem” - itinerância SESC Campinas, Campinas, Brasil (2015) e no Pavilhão da Bienal, São Paulo, Brasil (2014); “The Poetry In Between: South-South” - Goodman Gallery, Cidade do Cabo, África do Sul (2015); “Here There (Huna Hunak)” - QM Gallery Al Riwaq, Doha, Qatar (2015); “Pororoca - A Amazônia no Mar” - MAR Museu de Arte do Rio, Rio de Janeiro, Brasil (2014); Prêmio Pipa 2014 - MAM-Rio Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil (2014); “Histórias Mestiças” - Instituto Tomie Ohtake, São Paulo, Brasil (2014); “Cães Sem Plumas” - MAMAM Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães, Recife, Brasil (2014); 12e Biennale de Lyon “Entre-temps... Brusquement, et ensuite” - Lyon, França (2013); “Convite à Viagem” - Rumos Artes Visuais - Paço Imperial, Rio de Janeiro, Brasil (2013); “To be with art is all we ask” - Astrup Fearnley Museet, Oslo, Noruega (2012); “Amazônia: ciclos de modernidade” CCBB Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro, Brasil e no CCBB Centro Cultural Banco do Brasil, Brasília, Brasil (2012); “Caos e Efeito” - Itaú Cultural, São Paulo, Brasil (2011); “Os Primeiros 10 Anos” - Instituto Tomie Ohtake, São Paulo, Brasil (2011).

Seus trabalhos integram as coleções permanentes do ICA Miami, Institute of Contemporary Art (Miami, EUA); MASP, Museu de Arte de São Paulo (São Paulo, Brasil); Pinacoteca do Estado de São Paulo (São Paulo, Brasil); Thyssen-Bornemisza Art Contemporary (Viena, Áustria); ARoS Aarhus Kunstmuseum (Aarhus, Dinamarca); Astrup Fearnley Museum of Modern Art (Oslo, Noruega); Ilmin Museum of Art (Seul, Coréia do Sul); MAM Rio, Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (Rio de Janeiro, Brasil); MAR, Museu de Arte do Rio (Rio de Janeiro, Brasil); PAMM, Pérez Art Museum Miami (Miami, EUA); Rubell Museum (Miami, EUA); Centro Cultural Banco do Nordeste (Fortaleza, Brasil); Fundação Joaquim Nabuco (Recife, Brasil); IAGO, Instituto de Artes Gráficas de Oaxaca (Oaxaca, México); MAC Ceará, Museu de Arte Contemporânea do Ceará (Ceará, Brasil); Servais Family Collection (Bruxelas, Bélgica); Beth Rudin DeWoody Collection (Los Angeles, EUA); Nordenstahl Collection (Chicago, EUA); Coleção Gilberto Chateaubriand. MAM Rio, Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (Rio de Janeiro, Brasil); entre outras.

Textos