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1979, São Paulo, SP. Vive e trabalha em São Paulo, SP.

A prática de Tatiana Blass consiste em criar reflexões sobre a dificuldade de comunicação por meio de cortes, dissimulações de figuras, sufocamento do som e dissolução da matéria, com o intuito de evidenciar fraturas de sentido e desentendimento. Sua obra abarca diversos campos da cultura — incluindo teatro, música, literatura e circo —, apoiando-se em distintos suportes, como pintura, escultura, objeto, colagem, instalação, vídeo e texto. 

Bacharel em artes plásticas pela Universidade Estadual Paulista, apresentou exposições individuais no Brasil e no exterior, como Mais dia, menos noite, Museu de Arte da Pampulha, Belo Horizonte, MG (2019); Vitrine_Algodão, Celma Albuquerque Galeria de Arte, Belo Horizonte, MG (2018); A Desprofissão, Galeria Millan, São Paulo, SP (2016); Encrenca_Trøbbel, Kunsthuset Kabuso, Øystese, Noruega (2014); Interview, Johannes Vogt Gallery, Nova York, EUA (2013); Electrical Room, Museum of Contemporary Art, Denver, EUA (2013); Penélope, Capela do Morumbi, São Paulo, SP (2011); Fim de Partida, Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro, RJ; Acidente, Carpe Diem Arte e Pesquisa, Lisboa, Portugal (2011); Cão Cego, Museu de Arte Moderna da Bahia, Salvador, BA (2009); Zona Morta, Centro Universitário Maria Antonia, São Paulo, SP (2007); Espartilho e Páreo, Temporada de Projetos, Paço das Artes, São Paulo, SP (2006); III Mostra do Programa de Exposições, Centro Cultural São Paulo, SP (2003); entre outras. 

Entre as coletivas, destacam-se Festival Arte como Respiro, Itaú Cultural, São Paulo, SP, Brasil (2020); Modos de ver o Brasil: America Weaves, Coral Gables Museum, EUA (2019); Itaú Cultural 30 anos, Oca, Parque Ibirapuera, São Paulo, SP (2017); Os Muitos e o Um, Instituto Tomie Ohtake, São Paulo, SP (2016); Sound in Montion, Kunstmuseum Stuttgart, Alemanha (2015); Cruzamentos: Contemporary Art in Brazil, Wexner Center, Columbus, Ohio, EUA (2014); Avante Brazil, Kunst im Tunnel, Düsseldorf, Alemanha (2013); Blind Field, Broad Museum, Michigan University, EUA (2013); Unsaid/Spoken, Cisneros Fontanals Art Foundation, Miami, EUA, (2012); Terceira Metade, Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, RJ (2011); 17º Festival de Arte Contemporânea Sesc_Videobrasil, São Paulo, SP (2011); 29a Bienal de São Paulo, SP (2010); Nova Arte Nova, Centro Cultural Banco do Brasil, São Paulo, SP (2008); Geração da Virada, Instituto Tomie Ohtake, São Paulo, SP (2006); Rumos Artes Visuais, Itaú Cultural, São Paulo, SP (2006); entre outras.

No ano de 2014, Tatiana Blass realizou o programa Circulating Air (Bergen, Noruega) e residência artística na Kunstnarhuset Messen (Ålvik, Noruega). Em 2013, a artista foi incluída na lista dos 50 artistas vivos mais colecionáveis do mundo pela revista americana Art+Auction. Em 2011, venceu o Prêmio Pipa nas categorias voto popular e do júri e realizou residência no Gasworks (Londres, Inglaterra). Em 2010, foi contemplada com a bolsa Cisneros Fontanals Art Foundation (Miami, EUA). Em 2008, foi uma das cinco finalistas do Nam June Paik Award (Alemanha), pelo qual expôs no Wallraf-Richartz Museum (Colônia, Alemanha). 

Seu trabalho integra importantes coleções públicas, como Cisneros Fontanals Art Foundation, Miami, EUA; Instituto Figueiredo Ferraz, Ribeirão Preto, SP; Museu de Arte Moderna da Bahia, Salvador, BA; Pinacoteca do Estado de São Paulo, SP; Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, SP; Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, RJ; Museu de Arte Moderna de São Paulo, SP; Sesc-SP, entre outras. 

Tatiana Blass no Vimeo.

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